Baixar o custo de viver
Morar, comer e se locomover ficou caro demais nas cidades capixabas. O salário é o mesmo e a conta do mês não fecha. Enfrentar o que encarece a vida — tarifa, aluguel, deslocamento — é por onde tudo começa.
Tarifa Zero, transporte que ligue o Norte ao Sul do estado e o enfrentamento do custo de viver nas cidades capixabas.
A política se constrói no cotidiano das cidades.
Cada rua, cada praça, cada linha de ônibus é um campo de disputa. As desigualdades não respeitam fronteiras municipais — elas se expressam na cidade, no corpo de quem acorda cedo, pega condução lotada e atravessa horas para chegar onde as oportunidades estão. Quando o Estado falha no desenvolvimento justo, as cidades viram labirintos de deslocamento. É isso que precisamos mudar.
Quem é a Isabella
Aos 13 anos, eu já cruzava a Grande Vitória de ônibus todo dia — de Feu Rosa, na Serra, até a Escola Renato Pacheco, em Vitória. Meus pais acreditavam que assim eu teria mais chances de entrar na UFES. E na janela daquele ônibus, uma pergunta não saía da cabeça: por que a escola pública de um bairro de classe média em Vitória é considerada melhor que a escola pública do meu bairro?
Foi nesse trajeto que minha consciência política se formou. Entrei no movimento estudantil secundarista, passei em Direito na UFES, presidi o DCE, atuei no CA, na UNE, no Conselho Gestor de Transporte da Grande Vitória. Saí para acumular experiência nacional — coordenei políticas de juventude no governo federal — e voltei ao Espírito Santo com um projeto claro: transformar em política o que aprendi vivendo e disputando a cidade.
A cidade não pode ser direito só de quem pode pagar por ela.
Pautas concretas que mexem na vida real — do aluguel ao busão, da quebrada ao plenário.
Morar, comer e se locomover ficou caro demais nas cidades capixabas. O salário é o mesmo e a conta do mês não fecha. Enfrentar o que encarece a vida — tarifa, aluguel, deslocamento — é por onde tudo começa.
Só 7 dos 78 municípios do Espírito Santo têm tarifa integrada. Nos outros 71, cada prefeitura decide sozinha e quem paga a conta da desintegração é você. O estado precisa de política, plano e fundo de mobilidade — e de um conselho onde quem pega ônibus todo dia tenha voz.
Transporte público não é favor, é direito de ir e vir. Já são 182 cidades brasileiras que não cobram passagem. O Espírito Santo é o segundo estado que mais recebe royalties de petróleo no país: dinheiro existe — o que falta é decisão.
Agora é 65027.
Você já sabe o que a gente defende: Tarifa Zero, transporte que ligue o Norte ao Sul do estado e o enfrentamento do custo de viver nas cidades capixabas. Para isso virar lei, é preciso estar lá dentro. No dia 4 de outubro, digite 65027 — Isabella Mamedi, deputada estadual.
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